Infográfico Interativo Baseado nas Diretrizes da SBD 2024
Adultos assintomáticos
Testes Laboratoriais Iniciais
GJ ≥ 126 ou
HbA1c ≥ 6.5%
GJ 100-125 ou
HbA1c 5.7-6.4%
GJ < 100 e
HbA1c < 5.7%
Indicado para Pré-Diabetes ou Normais com alto risco
Qual o tipo?
Negativos →
← Positivos
(Após 5 anos de DM)
Se Peptídeo C baixo
Se Peptídeo C preservado
Se SIM
Se NÃO
83) Mulher de 48 anos encontra-se assintomática, sem doenças prévias, em consulta de rotina. Apresenta exames laboratoriais com glicemia de jejum de 98 mg/dL e hemoglobina glicada de 6,1%. Sobre este caso, é correto afirmar que:
A. a avaliação da glicemia não deveria ter sido solicitada, pois esta paciente não apresenta critérios para rastreio glicêmico.
B. a paciente apresenta resultados de exames compatíveis com diabetes e deve repetir o exame para confirmação diagnóstica.
C. a paciente apresenta resultados de exames compatíveis com pré diabetes e deve repetir os exames para acompanhar a evolução.
D. a paciente não apresenta exames compatíveis com pré-diabetes ou diabetes uma vez que a glicemia de jejum se encontra dentro da normalidade.
E. A complementação diagnóstica desta paciente deve ser feita obrigatoriamente com o teste de tolerância oral à glicose.
C. Correto. Valores de glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL e hemoglobina glicada entre 5,7% e 6,4% são indicativos de pré-diabetes. Nesse caso, é necessário acompanhamento e orientações sobre mudanças de estilo de vida para prevenção de diabetes.
A. Incorreta. A avaliação da glicemia é indicada em pacientes assintomáticos a partir dos 45 anos e em pacientes com fatores de risco para diabetes, como obesidade, história familiar, sedentarismo, entre outros.
B. Incorreta. Embora a paciente apresente valores elevados de hemoglobina glicada, não é suficiente para o diagnóstico de diabetes, que requer confirmação com repetição dos exames. O valor isolado não fecha o diagnóstico.
D. Incorreta. Embora a glicemia de jejum esteja dentro da normalidade, o valor de hemoglobina glicada sugere um comprometimento do controle glicêmico a longo prazo e indica pré-diabetes.
E. Incorreta. O teste de tolerância oral à glicose é uma opção para a confirmação diagnóstica de diabetes, mas não é obrigatório em casos de pré-diabetes. A repetição dos exames de glicemia de jejum e hemoglobina glicada é suficiente para acompanhamento e intervenção precoce.
84) Homem de 14 anos de idade apresenta-se à emergência com rebaixamento do nível de consciência, náuseas e vômitos. Ao exame físico, encontra-se desidratado. Não apresenta doenças prévias, porém a mãe relata que o paciente apresentou perda de peso importante nos últimos 2 meses, sem redução do consumo alimentar. Apresenta glicemia sérica de 382 mg/dl. O provável mecanismo que levou este paciente à perda de peso é:
A. sarcopenia por desuso dos principais grupos musculares.
B. processo inflamatório agudo devido a provável etiologia séptica.
C. processo infeccioso crônico levando a catabolismo muscular.
D. redução de anabolismo por deficiência hormonal.
E. redução da absorção intestinal associada à redução da produção de enzimas pancreáticas.
D. Redução de anabolismo por deficiência hormonal é a resposta mais provável, considerando que o paciente apresenta um nível muito elevado de glicemia, que pode estar associado a uma deficiência de insulina, o hormônio responsável por estimular a absorção e o armazenamento de glicose pelas células. A falta de insulina impede a utilização da glicose como energia, levando o corpo a quebrar gorduras e proteínas (catabolismo) para obter energia, resultando em perda de peso.
A. Incorreta. Sarcopenia por desuso dos principais grupos musculares não é o mecanismo mais provável, pois o paciente não apresenta redução do consumo alimentar, o que sugere que ele continua ingerindo calorias e nutrientes suficientes.
B. Incorreta. Processo inflamatório agudo devido a provável etiologia séptica também é improvável, uma vez que os sintomas descritos pelo paciente e sua mãe parecem estar presentes há pelo menos 2 meses, o que sugere um processo crônico e não agudo.
C. Incorreta. Processo infeccioso crônico levando a catabolismo muscular também não parece ser a explicação mais plausível, já que o paciente não apresenta sinais de infecção evidentes e a perda de peso não parece estar associada a uma redução no consumo alimentar.
E. Incorreta. Redução da absorção intestinal associada à redução da produção de enzimas pancreáticas também é improvável, uma vez que o paciente não apresenta sinais de má absorção intestinal. Além disso, a glicemia elevada sugere que o problema está relacionado à produção ou ação da insulina, e não à absorção de nutrientes.
85) Paciente de 54 com diabetes tipo 2 há 4 anos, Índice de Massa Corpórea (IMC) 32,5, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia mista. Apresenta hemoglobina glicada (HbA1c) de 7,9% em uso de 2g de metformina. Assinale a correta:
A. Já está demonstrado por estudos prospectivos randomizados que, nesse paciente, a perda de 5% do peso reduz mortalidade independentemente da melhora glicêmica.
B. A probabilidade de remissão do diabetes (HbA1c menor que 6.5% sem uso de medicamentos antidiabéticos) em 1 ano é alta (maior de 80%) se esse paciente fizer uma grande restrição calórica e perder 15% do peso ou mais.
C. Todo e qualquer medicamento que promova aumento de peso nesse paciente aumentará o descontrole glicêmico.
D. A redução da HbA1c para valores menores que 7% em um esquema que inclua uma sulfonilureia não diminui o risco de complicações crônicas do diabetes em longo prazo.
E. Os efeitos protetores dos inibidores de SGLT2 e agonistas do GLP-1 são devidos exclusivamente ao efeito glicêmico.
B. A letra B é a alternativa correta porque a perda de peso significativa (15% ou mais) pode levar à remissão do diabetes tipo 2 em alguns pacientes, como demonstrado em vários estudos, incluindo o estudo DiRECT.
A. Incorreta. A alternativa A é falsa porque a redução da mortalidade com perda de peso em pacientes com diabetes tipo 2 ainda é uma questão de debate na literatura médica.
C. Incorreta. A alternativa C também é falsa, pois nem todos os medicamentos que aumentam o peso corporal de um paciente com diabetes tipo 2 necessariamente levam a um descontrole glicêmico.
D. Incorreta. A alternativa D é falsa porque a redução da HbA1c para valores abaixo de 7% com uma sulfonilureia pode reduzir o risco de complicações crônicas do diabetes em longo prazo.
E. Incorreta. A alternativa E também é falsa porque os inibidores de SGLT2 e agonistas de GLP-1 têm efeitos protetores além do efeito glicêmico, como a redução da pressão arterial, a perda de peso e a proteção cardiovascular.
86) Entre os pacientes abaixo qual ou quais você indicaria a dosagem de lipídeos séricos:
A. Paciente com história familiar de doença cardiovascular em idade precoce.
B. Paciente com diagnóstico de diabetes, hiperuricemia, gota;
C. Paciente com doença isquêmica em qualquer área: coração, rim, encéfalo, periferia.
D. Nenhum paciente.
E. Todos os pacientes
E. Todos os pacientes. A dosagem de lipídios séricos é indicada como parte da avaliação do risco cardiovascular em todos os pacientes listados, pois apresentam fatores de risco importantes (história familiar, comorbidades como diabetes e doença isquêmica estabelecida). A avaliação lipídica é fundamental para identificar dislipidemias e guiar a terapia para prevenção de eventos cardiovasculares.
87) Em qual cenário a fórmula de Friedewald é utilizada com indicação correta para cálculo do LDL?
A. Hipertrigliceridemia (valores séricos maiores que 500 mg/dL).
B. Hiperlipoproteinemia tipo III
C. Hepatopatia crônica
D. Pancreatite crônica
E. Síndrome nefrótica
D. Pancreatite crônica. A fórmula de Friedewald é indicada para estimar o LDL-c em indivíduos com perfil lipídico padrão. A pancreatite crônica, por si só, não afeta diretamente o metabolismo lipídico de forma a invalidar a fórmula, tornando-a o cenário mais apropriado entre as opções.
A. Incorreta. Hipertrigliceridemia (valores séricos maiores que 500 mg/dL): A fórmula de Friedewald é imprecisa quando os triglicerídeos estão acima de 400 mg/dL, sendo inválida acima de 500 mg/dL.
B. Incorreta. Hiperlipoproteinemia tipo III: Nesta dislipidemia rara (disbetalipoproteinemia), há acúmulo de remanescentes de lipoproteínas, o que invalida o cálculo pela fórmula de Friedewald.
C. Incorreta. Hepatopatia crônica: Podem ocorrer alterações significativas no metabolismo dos lipídios, o que pode afetar a precisão da fórmula.
E. Incorreta. Síndrome nefrótica: Causa uma dislipidemia secundária complexa com alterações nas concentrações de lipoproteínas, tornando a fórmula de Friedewald imprecisa.
41. Homem de 56 anos, IMC 27,3 kg/m², tem diabetes mellitus tipo 2 há 4 anos, está em uso de metformina 2g/dia e gliclazida MR 90 mg/dia, vem à consulta com queixas de cansaço, boca seca e emagrecimento há 2 meses. Os últimos exames laboratoriais mostraram glicemia de jejum 208 mg/dL, HbA1c 11,6%, Cr 1,2 mg/dL, colesterol total 245 mg/dL, LDL 130 mg/dL, triglicerídeos 390 mg/dL e HDL 35 mg/dL. A conduta preferencial nesse momento seria:
A) aumentar metformina para 2,5 g e gliclazida para 120 mg/dia.
B) adicionar insulina NPH.
C) adicionar um inibidor da DPP4 e aumentar gliclazida para 120 mg/dia.
D) adicionar um inibidor do SGLT2.
A alternativa correta é a letra B.
Adicionar insulina NPH.
A banca escolheu a letra b) como correta porque o paciente apresenta diabetes mellitus tipo 2 descompensado, com HbA1c muito elevada (11,6%), indicando um controle glicêmico inadequado apesar do uso de metformina e gliclazida. A presença de sintomas como cansaço, boca seca e emagrecimento, juntamente com a hiperglicemia, sugere um estado de catabolismo e possível deficiência de insulina. Nesses casos, a adição de insulina NPH é a conduta mais adequada para melhorar o controle glicêmico rapidamente e evitar complicações.
As outras alternativas estão incorretas porque:
a) Incorreta: Aumentar a dose dos medicamentos orais pode não ser suficiente para controlar a glicemia neste caso, e o paciente já está em doses máximas de gliclazida.
c) Incorreta: Inibidores da DPP4 são menos eficazes em pacientes com HbA1c muito elevada e não são a primeira escolha em casos de descompensação glicêmica.
d) Incorreta: Inibidores do SGLT2 podem ser uma opção, mas a prioridade é o controle rápido da hiperglicemia com insulina.
42. O uso de estatinas deve ser suspenso imediatamente quando:
A) O paciente em uso apresentar dor muscular e insônia.
B) O paciente mesmo sem dor apresentar CPK maior que 10 x o valor máximo de referência.
C) Quando o valor de LDLc atingir a meta determinada
D) Quando o paciente se adequar a uma alimentação prescrita.
A alternativa correta é a letra B.
O paciente mesmo sem dor apresentar CPK maior que 10 x o valor máximo de referência.
Explicação:
Contexto Clínico:
As estatinas são medicamentos amplamente utilizados para o controle da dislipidemia, reduzindo os níveis de LDL-colesterol (LDL-c) e, consequentemente, o risco de eventos cardiovasculares. No entanto, seu uso pode estar associado a efeitos adversos, incluindo toxicidade muscular.
Creatina fosfoquinase (CPK):
A CPK é uma enzima encontrada principalmente nos músculos, e seus níveis no sangue aumentam quando há dano muscular. Um aumento significativo nos níveis de CPK pode indicar miopatia induzida por estatinas, que pode variar desde mialgia leve até rabdomiólise grave, uma condição potencialmente fatal.
Justificativa da Alternativa Correta (b):
A recomendação de suspender o uso de estatinas quando a CPK está maior que 10 vezes o valor máximo de referência, mesmo na ausência de sintomas como dor muscular, baseia-se no risco de progressão para condições mais graves, como a rabdomiólise.
Risco de Rabdomiólise:
A rabdomiólise é caracterizada pela destruição extensa do tecido muscular, liberando conteúdo intracelular (como mioglobina) na corrente sanguínea, o que pode levar à insuficiência renal aguda e outras complicações graves. Um aumento significativo da CPK (maior que 10 vezes o valor de referência) é um indicador precoce de dano muscular significativo, mesmo antes do aparecimento de sintomas clínicos.
Outras Alternativas:
a) Dor muscular e insônia: Embora a dor muscular possa ser um efeito colateral das estatinas, a insônia não é um indicativo primário para a suspensão do medicamento. Dor muscular isolada pode ser gerenciada com ajuste de dose ou troca de estatina.
c) Meta de LDL-c atingida: Alcançar a meta de LDL-c não é motivo para suspender a estatina. O objetivo do tratamento é manter o LDL-c dentro da meta para prevenir eventos cardiovasculares.
d) Adequação alimentar: A mudança na dieta, embora importante, não substitui a necessidade de estatinas para muitos pacientes que requerem intervenção farmacológica para controlar seus níveis de colesterol de forma eficaz.
Portanto, a alternativa b) é a correta porque a elevação extrema da CPK é um sinal claro de possível dano muscular severo e requer a interrupção imediata da medicação para prevenir complicações graves.
43. Homem de 56 anos , IMC 27,3. kg/m, tem diabetes mellitus tipo 2 há 4 anos. esta em uso de metformina 2g/dia o gliclazida MR 90 mg/dia. Vem a consulta com queixas de cansaço, boca se e emagrecimento desde há 2 meses, os últimos exames laboratorial mostram glicemia jejum 208 , HBAIC 11.6%,, Cr 1,2 mgldL. Colesterol total 245 ldl 130 Triglicérides 390 mg/dL • HDL 35 mg/dL. A conduta preferencial nesse momento seria:
A) Aumentar a metformina para 2,5 g e gliclazida para 120 mg/dia.
B) Adicionar Insulina NPH.
C) Adicionar um inibidor da DPP4 e aumentar gliclazida para 120 mg/dia.
D) Adicionar um inibidor do SGLT2.
A alternativa correta é a letra B.
Adicionar Insulina NPH.
Se a banca escolheu a letra B, "adicionar Insulina NPH", como a resposta correta para o manejo de um homem de 56 anos com diabetes mellitus tipo 2, IMC de 27,3 kg/m², que está em uso de metformina 2g/dia e gliclazida MR 90 mg/dia e apresenta sintomas de cansaço, boca seca, emagrecimento, glicemia de jejum de 208 mg/dL e HbA1c de 11,6%, essa escolha pode ser justificada da seguinte forma:
Controle Glicêmico Insuficiente: O paciente apresenta um controle glicêmico claramente insuficiente, evidenciado por uma glicemia de jejum elevada e uma HbA1c significativamente acima do alvo (11,6%). Isso indica a necessidade de intensificar o tratamento.
Uso Atual de Medicamentos: O paciente já está utilizando metformina, que é a primeira linha de tratamento para diabetes tipo 2, e gliclazida, um sulfonilureia, que estimula a liberação de insulina pelo pâncreas. Apesar destes tratamentos, o controle glicêmico não é adequado.
Adição de Insulina NPH: Em casos de controle glicêmico muito inadequado, como indicado pela HbA1c alta, a introdução de insulina é uma estratégia comum. A insulina NPH é uma insulina de ação intermediária que pode ajudar a controlar os níveis de glicose durante um período mais longo, especialmente se os níveis de glicose estiverem elevados ao longo do dia.
Sintomas e Emagrecimento: Os sintomas de cansaço, boca seca e emagrecimento, juntamente com o controle glicêmico ruim, podem indicar descompensação do diabetes, necessitando de uma intervenção mais agressiva, como a introdução de insulina.
Portanto, a adição de insulina NPH à terapia existente é uma abordagem razoável para tentar obter um controle glicêmico mais efetivo em um paciente com diabetes tipo 2 mal controlado, especialmente na presença de sintomas de hiperglicemia e descompensação metabólica.
44. De acordo com a atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemia e prevenção da aterosclerose/2017, as recomendações dietéticas para o controle das dislipidemias são descritas abaixo. Qual a alternativa incorreta?
A) Para pacientes com triglicérides elevados ( 200 a 499) deve ser feita a distruibuição de 15-20 % de proteinas do valor calorico total.
B) Para paciente com ldld-colesterol dentro da meta e sem comorbidades , deve ser orientar ingestão de 25 gramas de fibras, sendo 6 gramas de fibra solúveis
C) Para pacientes com triglicérides elevadas. (maior que 500, mg/dL), deve ser feita a distribuição de 20 a 30% de gordura, do valor calórico total.
D) Para pacientes com LDL-colesterol fora da meta ou presença de comorbidades, deve ser feita a distribuição de 25 a 35% de gordura, do valor calórico total.
A alternativa incorreta é a letra C.
Para pacientes com triglicérides. elevados. (maior que 500, mg/dL), deve ser feita a distribuição de 20 a 30% de gordura, do valor calórico total.
A alternativa C, referente à recomendação de distribuição de 20 a 30% de gordura do valor calórico total para pacientes com triglicerídeos muito elevados (maior que 500 mg/dL), parece estar alinhada com práticas comuns em dietoterapia. A moderação na ingestão de gorduras é uma abordagem reconhecida para gerenciar níveis elevados de triglicerídeos, uma vez que uma dieta rica em gorduras pode contribuir para o aumento dos níveis de triglicerídeo.
45. Mulher de 45 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 2 há 3 meses. Apresentava sintomas de poliúria, polidipsia, fraqueza e emagrecimento de 3 kg em 2 meses e glicemia de jejum de 270 mg/dL. Não faz dieta e é sedentária. Desde então, está em uso de Metformina 2g e Gliclazida 90mg, além de Levotiroxina (para tireodite de Hashimoto). Tem peso de 70 kg, IMC de 26.2 kg/m2 (perdeu mais 2 kg nesses 3 meses) e valores de glicemia de jejum de 200 mg/dL e 2 horas pós-café de 250 mg/dL, com hemoglobina glicada de 9.1%. De acordo com a diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2023, a conduta mais adequada é:
A) Associar Empagliflozina ao tratamento, recomendar uma dieta cetogênica e solicitar dosagem de insulina e glicemia de jejum para o cálculo do HOMA-IR.
B) Trocar a Gliclazida pela Empagliflozina e pedir para trocar alimentos de alto índice glicêmico pelos de baixo índice glicêmico.
C) Recomendar dieta de 1.800 kcal/dia, manter a Metformina e aumentar a dose de Gliclazida para 120 mg/dia.
D) Associar insulina basal ao tratamento e solicitar autoanticorpos pancreáticos e peptídeo C.
A alternativa correta é a letra D.
Associar insulina basal ao tratamento e solicitar autoanticorpos pancreáticos e peptídeo c.
A opção D foi escolhida como correta pela banca examinadora devido ao contexto clínico específico apresentado na questão e à aderência às diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2023. Neste cenário, a paciente tem um diagnóstico recente de diabetes tipo 2, mas está apresentando controle glicêmico insatisfatório apesar do uso de Metformina e Gliclazida, medicamentos de primeira linha. A hemoglobina glicada de 9.1% está significativamente acima do alvo, e há uma história contínua de perda de peso, o que é preocupante. Estes fatores indicam a necessidade de uma intensificação do regime de tratamento.
A inclusão de insulina basal na terapia é uma estratégia reconhecida para obter um controle glicêmico mais efetivo em casos de diabetes tipo 2 mal controlado, especialmente quando outros medicamentos orais não são suficientes. Além disso, a solicitação de autoanticorpos pancreáticos e peptídeo C é uma abordagem diagnóstica prudente, pois a paciente tem uma doença autoimune (tireoidite de Hashimoto) e a perda de peso contínua pode sugerir uma possível componente autoimune no diabetes, como a diabetes autoimune latente em adultos (LADA). Em casos de LADA, a terapia com insulina é frequentemente necessária mais cedo no curso da doença.
46. Pacientes abaixo qual ou quais você solicitaria, entre outros exames laboratoriais, o lipidograma, em uma primeira consulta:
A) Paciente obeso (IMC = 34 kg/m² ), queixando se de poliria e dores articulares.
B) Paciente com 43 anos que relata estar preocupado com sua saúde, pois seu irmão mais jovem (56 anos) apresentou dor precordial e teve diagnostico de obstrução de 43% de coronária direita.
C) Paciente com 14 anos, com IMC 19 kg/m², não fumante, normoglicêmico e que relata ter história familiar de doença coronariana em idades bem precoces.
D) Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma.
A alternativa correta é a letra D.
Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma.
A escolha da alternativa D como correta, "Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma", pode ser justificada pelo fato de que cada um dos cenários apresentados inclui fatores de risco ou preocupações que justificam a realização de um lipidograma:
Paciente Obeso com Poliúria e Dores Articulares: A obesidade é um fator de risco significativo para dislipidemias e doenças cardiovasculares. A poliúria pode ser um sinal de diabetes, que também está associada a riscos cardíacos aumentados. Avaliar o perfil lipídico nesse paciente ajudaria a identificar fatores de risco adicionais para doenças cardíacas.
Paciente de 43 anos com História Familiar de Doença Coronariana: A presença de uma história familiar de doença coronariana precoce é um forte indicador para avaliação do risco cardiovascular, incluindo a necessidade de um lipidograma para avaliar o perfil lipídico.
Paciente Jovem de 14 anos com História Familiar de Doença Coronariana em Idades Precoces: Apesar de jovem e sem outros fatores de risco aparentes, a história familiar de doença coronariana em idades precoces justifica a realização de um lipidograma como medida preventiva.
Nesse contexto, a realização de um lipidograma em todos os pacientes mencionados é uma abordagem prudente para avaliar o risco de doenças cardiovasculares e orientar o manejo clínico adequado.
47. Homem de 65 anos, IMC de 31 kg/m2 e diabetes tipo 2 há 6 anos, hemoglobina glicada (HbA1c) de 6.7%, taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) e confirmada de 28. mL/min. Usa Metformina 500mg e Empagliflozina 25mg ao dia. Iniciou academia 4x/semana há 15 dias. Escolha a alternativa correta quanto à conduta:
A) Suspender a Metformina e a Empagliflozina, prescrevendo como substitutos a Sitagliptina e a Gliclazida, e ajustar a ingestão de proteínas para 1.4g/kg/dia.
B) Suspender a Empaglifozina, mantendo-se apenas a Metformina, e ajustar a ingestão de proteínas para 0.8g/kg/dia.
C) Suspender a Metformina, mantendo-se apenas a Empagliflozina, e ajustar a ingestão de proteínas para 0.8g/kg/dia.
D) Manter a Metformina e a Empagliflozina, e ajustar a ingestão de proteínas para 1.4g/kg/dia.
A alternativa correta é a letra C.
Suspender a Metformina, mantendo-se apenas a Empagliflozina, e ajustar a ingestão de proteínas para 0.8g/kg/dia.
A escolha da alternativa C como correta pela banca pode ser justificada pelo entendimento das características e indicações das medicações para diabetes, especialmente em relação à taxa de filtração glomerular (TFG) do paciente, e a necessidade de ajuste na ingestão de proteínas.
Vamos analisar a situação:
Metformina: É comumente usada no tratamento do diabetes tipo 2, mas deve ser usada com cautela em pacientes com função renal comprometida. A taxa de filtração glomerular (TFG) de 28 mL/min neste paciente indica uma insuficiência renal moderada a grave, o que é uma contraindicação para o uso da Metformina devido ao risco aumentado de acidose láctica.
Empagliflozina: É um inibidor da SGLT2, que também deve ser usado com cuidado em pacientes com TFG reduzida. Embora possa ser utilizado em alguns casos de insuficiência renal, a TFG de 28 mL/min é um limiar crítico para a sua segurança e eficácia.
Ajuste da ingestão de proteínas: Em pacientes com doença renal crônica, a ingestão de proteínas geralmente é ajustada para evitar a sobrecarga renal. A recomendação de 0.8g/kg/dia está alinhada com as diretrizes para indivíduos com insuficiência renal moderada a grave.
Portanto, a alternativa C é a mais adequada, pois recomenda a suspensão da Metformina, mantendo a Empagliflozina (embora na prática clínica, a decisão sobre manter a Empagliflozina deve ser cuidadosamente considerada pelo médico) e ajustando a ingestão de proteínas para 0.8g/kg/dia.
Note que para pacientes com doença renal crônica avançada (estágios 4 e 5), a ingestão de proteínas é geralmente mais restrita para minimizar a sobrecarga renal, enquanto nos estágios iniciais (1 a 3), uma ingestão normal de proteínas é frequentemente mantida.
20. Em qual das situações clinicas abaixo você solicitaria o lipidograma em uma primeira consulta?
a) Paciente obeso (IMC = 34 kg/m²), queixando-se de poliúria, cansaço e dores articulares.
b) Paciente com 43 anos que relata estar preocupado com sua saúde, pois seu irmão com 56 anos apresentou dor precordial, é hipercolesterolêmico (LDLc 193 mg/dl) e teve diagnostico de obstrução de 43% da coronária direita.
c) Paciente com 14 anos, obeso, que relata ter história familiar de doença coronariana.
d) Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma.
d) Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma.
Comentário:
O lipidograma é indicado na avaliação inicial de diversos pacientes, especialmente aqueles com fatores de risco para doenças cardiovasculares ou metabólicas. No cenário descrito, todos os pacientes têm justificativa clínica para a solicitação do exame:
Análise das alternativas:
a) "Paciente obeso (IMC = 34 kg/m²), queixando-se de poliúria, cansaço e dores articulares.":
CORRETO: O paciente apresenta obesidade (fator de risco importante) e sintomas sugestivos de hiperglicemia ou possível síndrome metabólica. O lipidograma é essencial para identificar dislipidemias associadas, comuns nesses casos.
b) "Paciente com 43 anos que relata estar preocupado com sua saúde, pois seu irmão com 56 anos apresentou dor precordial, é hipercolesterolêmico (LDLc 193 mg/dl) e teve diagnóstico de obstrução de 43% da coronária direita.":
CORRETO: Esse paciente possui história familiar de doença cardiovascular precoce (irmão com eventos cardiovasculares antes dos 65 anos). Essa é uma indicação clássica para avaliação lipídica, especialmente para descartar hipercolesterolemia familiar.
c) "Paciente com 14 anos, obeso, que relata ter história familiar de doença coronariana.":
CORRETO: Crianças obesas e com história familiar de doença cardiovascular precoce devem realizar um lipidograma. A avaliação precoce permite o diagnóstico de dislipidemias como hipercolesterolemia familiar ou secundária à obesidade.
d) "Todos os pacientes acima têm indicação de solicitação de lipidograma.":
CORRETO: Todos os cenários descritos apresentam fatores de risco cardiovascular importantes, justificando a solicitação do lipidograma na primeira consulta.
23. Escolha a alternativa correta a respeito do tratamento do diabético com doença renal crônica (DRC).
a) Insulinas e sulfoniluréias são seguras no paciente dialítico e não necessitam de ajustes de dose.
b) A metformina não deve ser usada quando o clearance de creatinina estiver abaixo de 30 ml/min.
c) Do grupo dos inibidores de DPP-4 (Inibidores da dipeptidil peptidase 4), apenas a Linagliptina pode ser prescrita quando o clearance de creatinina está abaixo de 30 mL/min.
d) Não há necessidade de calcular o clearance de creatinina se o paciente apresentar albuminúria confirmada, pois todos eles terão clearance abaixo de 60 mL/min.
Resposta correta: b) A metformina não deve ser usada quando o clearance de creatinina estiver abaixo de 30 ml/min.
Explicação:
A metformina é contraindicada em pacientes com clearance de creatinina inferior a 30 mL/min devido ao risco aumentado de acidose láctica, uma condição grave, embora rara. No entanto, pode ser usada com cautela e monitoramento em pacientes com clearance entre 30-45 mL/min.
a) Insulinas e sulfoniluréias são seguras no paciente dialítico e não necessitam de ajustes de dose.
Errado. Embora a insulina possa ser usada com segurança em pacientes dialíticos, sua dose frequentemente precisa de ajustes devido à diminuição do clearance renal e maior risco de hipoglicemia. As sulfoniluréias, como glibenclamida, devem ser evitadas em pacientes com doença renal crônica devido ao risco elevado de hipoglicemia prolongada.
c) Do grupo dos inibidores de DPP-4, apenas a Linagliptina pode ser prescrita quando o clearance de creatinina está abaixo de 30 mL/min.
Errado. Embora a Linagliptina seja a única que não requer ajuste de dose em insuficiência renal, outros inibidores de DPP-4 (como a Sitagliptina) podem ser utilizados com ajuste de dose em pacientes com clearance abaixo de 30 mL/min. Portanto, a afirmativa está parcialmente correta, mas não é exclusiva da Linagliptina.
d) Não há necessidade de calcular o clearance de creatinina se o paciente apresentar albuminúria confirmada, pois todos eles terão clearance abaixo de 60 mL/min.
Errado. Albuminúria não é um marcador direto de clearance de creatinina. Embora seja um indicativo de dano renal, pacientes com albuminúria podem ter clearance de creatinina variando amplamente. O cálculo do clearance de creatinina é fundamental para ajuste seguro das medicações.
Sitagliptina
Ajuste de dose: Requer ajuste para TFG < 50 mL/min/1,73 m². Excreção renal alta (38%): O ajuste é essencial para evitar acúmulo. Contraindicações: TFG < 30 mL/min ou pacientes em diálise. Comentário: Os dados estão corretos e seguem diretrizes bem estabelecidas. Para pacientes com TFG > 30 mL/min, é uma opção segura com ajuste.
Saxagliptina
Ajuste de dose: Requer ajuste em TFG < 50 mL/min (dose de 2,5 mg). Excreção renal moderada (27%): Justifica o ajuste, mas com menor dependência renal comparada à Sitagliptina. Contraindicações: TFG < 30 mL/min ou pacientes em diálise. Comentário: Dados corretos. É menos usada em DRC devido ao risco de hipoglicemia, especialmente em pacientes graves.
Vildagliptina
Ajuste de dose: Exige ajustes para TFG < 50 mL/min, com doses em dias alternados. Excreção renal alta (65%): Necessita de monitoramento rigoroso em pacientes com DRC. Contraindicações: TFG < 10 mL/min ou pacientes em diálise. Comentário: Os dados estão precisos. É contraindicada em pacientes com insuficiência renal grave devido ao risco de acúmulo.
Linagliptina
Ajuste de dose: Não requer ajuste em nenhuma fase da DRC. Excreção renal baixa (5%): Excreção predominantemente biliar, o que a torna uma excelente opção em IRC grave ou em diálise. Comentário: Dados corretos e bem respaldados pela literatura.
Alogliptina
Ajuste de dose: Necessita redução em TFG < 60 mL/min, com doses específicas para TFG < 30 mL/min. Excreção renal baixa (20%): Menor dependência renal comparada a outros DPP-4 (exceto Linagliptina). Contraindicações: Em diálise. Comentário: Dados consistentes. É uma opção válida para pacientes com DRC moderada, mas requer cuidado em IRC avançada.
61. Qual dos seguintes indivíduos com glicemia de jejum de 108 mg/dL (pré-diabetes) mais se beneficia do uso da metformina na prevenção do diabetes tipo 2 (DM2), levando-se em conta a idade, o índice de massa corpórea (IMC, em kg/m²) e a anamnese?
a) masculino, 67 anos, IMC 30Kg/m², nascido de cesareana.
b) feminino, 39 anos, IMC 25Kg/m², antecedente de diabetes gestacional.
c) masculino, 47 anos, IMC 32Kg/m², trabalho noturno.
d) feminino, 60 anos, IMC 26Kg/m², pai com DM2.
A alternativa b) feminino, 39 anos, IMC 25Kg/m², antecedente de diabetes gestacional foi considerada correta pela banca.
Justificativa:
A metformina é recomendada para prevenção do diabetes tipo 2 (DM2) em pessoas com pré-diabetes que apresentem fatores de risco específicos e maior probabilidade de progressão para DM2. As diretrizes sugerem que a metformina seja particularmente benéfica em pacientes com:
História de diabetes gestacional:
Mulheres com antecedente de diabetes gestacional têm um risco significativamente aumentado de desenvolver DM2 ao longo da vida. Estudos, como o Diabetes Prevention Program (DPP), demonstraram que a metformina é especialmente eficaz nesse grupo, reduzindo o risco de progressão para DM2.
Idade jovem a intermediária:
A eficácia preventiva da metformina é maior em indivíduos mais jovens, pois eles têm mais tempo para se beneficiar da redução do risco a longo prazo.
IMC moderado a elevado:
Embora a metformina seja mais frequentemente indicada para pessoas com IMC ≥30 kg/m², sua utilização em mulheres com histórico de diabetes gestacional independe do IMC, devido ao risco inerente elevado.
a) Masculino, 67 anos, IMC 30Kg/m², nascido de cesareana.
Incorreta. Apesar do IMC elevado, a idade avançada diminui o benefício a longo prazo da metformina. O nascimento por cesárea não é um fator de risco relevante para progressão para DM2.
c) Masculino, 47 anos, IMC 32Kg/m², trabalho noturno.
Incorreta. Embora o IMC elevado e o trabalho noturno aumentem o risco de DM2, o antecedente de diabetes gestacional (opção b) é um fator de risco mais forte para justificar o uso da metformina na prevenção.
d) Feminino, 60 anos, IMC 26Kg/m², pai com DM2.
Incorreta. O histórico familiar é um fator de risco importante, mas a idade avançada e o IMC apenas levemente elevado reduzem a indicação de metformina para prevenção neste caso.
Conclusão:
A alternativa b está correta, pois mulheres com histórico de diabetes gestacional, mesmo com IMC moderado (25kg/m²), têm alto risco de progressão para DM2, e a metformina é uma estratégia eficaz e amplamente recomendada nesse contexto.
84. O uso de estatinas deve ser suspenso imediatamente quando:
a) O paciente em uso apresentar dor muscular e insônia.
b) O paciente, mesmo sem dor muscular clinicamente característica, apresentar CPK maior que 10 vezes o valor máximo de referência.
c) Quando o valor de LDL-c atingir a meta pré-determinada.
d) Quando o paciente aderir a alimentação por você prescrita.
A alternativa b) O paciente, mesmo sem dor muscular clinicamente característica, apresentar CPK maior que 10 vezes o valor máximo de referência foi considerada correta pela banca.
Justificativa:
Suspensão do uso de estatinas:
Estatinas são eficazes no tratamento de dislipidemias, mas podem causar efeitos adversos musculares, incluindo mialgia, miopatia e rabdomiólise. A creatina fosfoquinase (CPK) é usada como marcador para monitorar a toxicidade muscular. Quando os níveis de CPK excedem 10 vezes o valor de referência (normalmente >1.000 U/L), há risco aumentado de rabdomiólise e complicações graves, como insuficiência renal aguda. Nessa situação, a suspensão imediata da estatina é indicada, mesmo na ausência de sintomas musculares.
Outras razões para suspensão temporária:
a) O paciente em uso apresentar dor muscular e insônia.
Incorreta. Dor muscular leve ou insônia não justifica a suspensão imediata da estatina. Nesses casos, pode-se considerar ajustes na dose, mudança de estatina ou acompanhamento próximo.
c) Quando o valor de LDL-c atingir a meta pré-determinada.
Incorreta. O tratamento com estatinas não deve ser suspenso ao atingir a meta de LDL-c, pois a descontinuação pode levar à recaída dos níveis lipídicos e ao aumento do risco cardiovascular.
d) Quando o paciente aderir à alimentação por você prescrita.
Incorreta. A adesão a uma dieta saudável é complementar à terapia com estatinas, mas não substitui o tratamento medicamentoso em pacientes com alto risco cardiovascular.
Conclusão:
A alternativa b está correta, pois a presença de CPK maior que 10 vezes o limite superior do normal, mesmo sem sintomas clínicos, é uma indicação clara para a suspensão imediata do uso de estatinas, devido ao risco de complicações graves, como rabdomiólise.
88. Quais os valores de corte da glicemia (em mg/dL) 1hora após 75 g de glicose anidra em um teste de tolerância à glicose oral para diagnosticar, respectivamente, pré-diabetes e diabetes, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) em 2024?
a) 140 e 200.
b) 153 e 180.
c) 155 e 209.
d) 100 e 126.
Resposta: c) 155 e 209.
De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) de 2024, os valores de glicemia plasmática 1 hora após a ingestão de 75 g de glicose anidra no Teste de Tolerância à Glicose Oral (TTGO) são:
Esses pontos de corte foram estabelecidos para aprimorar o diagnóstico precoce e a intervenção oportuna no manejo do diabetes.
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